Today. 19th September 2017.

 

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Well. Here I go…(again).

I’m listening to this:

I got to the above video from a comment I read here:

Género ditadura

Basically, a Portuguese RADICAL – LEFT WING –  political party,  called BE – Bloco de Esquerda, wants the Portuguese parliament to approve a Law, allowing 16 year old children to have a their own say in a SEX-CHANGE !

I would start buy FORCING catarina martins – political party “midget” leader –  to grow a pair of ehhh… ehhh between her political initiatives.

I would then make her marry, jerónimo de sousa, the portuguese communist leader! He’s to old to have a SEX CHANGE, but, I’m sure he would contribute with his pair of legal initiatives.

Anyway… I have given up on listening to the above video.

I have this on now:

Thank-you for reading.

See you soon.

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History Book: Breve História de Portugal A.H.Oliveira Marques. Brief Summary 2

O homem chegou à Península Ibérica bem cedo na história. Não tardou a atingir o seu extremo ocidental.

As culturas antigas concentraram-se aparentemente em duas grandes regiões, com pouca comunicação entre si: uma combrindo a maior parte da actual Estremadura, o vale do Tejo, o Alentejo e o Algarve; a outra ocupando os territórios a norte do vale do Douro, com os actuais Minho, Trás-osMontes e Galiza. Entre ambas uma área de densidade reduzida. Essa área tem qualquer significado do ponto de vista cultural? Não há qualquer resposta cientifica para saber se era uma espécie de terra de ninguém, estratégicamente separando grupos rivais.

As duas maneiras mais fáceis de alcançar o extremo ocidental da Península foram e são as planícies alentejanas ou o extremo norte. Têm sido, durante séculos, os caminhos naturais de invasão.

A partir do século VIII a.C., toda a Península Ibérica foi alvo de sucessivas invaões e colonizações, umas terrestres, outras marítimas, de povos conhecedores de técnicas mais avançadas, entre elas, a utilizção do ferro.

Chegaram ao espaço português povos indo-europeus: os pré-celtas e os celtas, responsáveis, os primeiros pela chamada cultura castreja do Noroeste pensinsular, e os segundos pela principal colonização do Centro e do Sul. Estes últimos deixaram abundante testemunho na toponímia, muita sobrevivente atualmente: Conimbriga-Coimbra; Caetobriga – Setúbal; Ebora-Évora

Outros invasores chegados mais tarde e que conquistaram a Península Ibérica: Cartagineses, Romanos e Muçulmanos (árabes e berberes).

Os portugueses e os espanhois de hoje se podem neles espelhar, com os seus 3.000 anos de existência.

O último componente populacional significativo na história da Península Ibérica foi a dos povos islámicos (os suevos e visigodos nunca se contaram em número bastante para uma colonização efectiva e espalhada.

A partir do século VIII – árabes, sobretudo berberes do Norte de África, foram-se, pouco e pouco, instalando como colonos.

Tanto nas cidades como no campo, muçulmanos sedentarizados desde havia muito e civilizados, ao lado de tribos de costumes mais primitivos, vieram radicar-se na Península.

Deram profundos vestígios na toponímia e na onosmástica, muitos dels ainda hoje perceptíveis. Em certos casos, torna-se mesmo possível dizer que colonizaram pela primeira vez, concorrendo com os Romanos no desbravamento dos futuros Estados ibéricos.

Todo o Sul e Centro de Portugal de hoje, até à região do Mondego ou porventura do Douro, conheceu-se a presença do colono muçulmano. São exemplo disso a grande topónimos conhecidos por Ben – ou Bem – especialmente numerosos nas regiões meridionais:

Benfica, Benamor, Bensafrim, Bem Parece, etc.

Interesting History – Grandes historiadores portugueses.

I googled “grandes historiadores portugueses”.

The best result I got was from:

“Wikipedia”

https://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:Historiadores_de_Portugal

From there I found something interesting:

Historians from the Island of Madeira:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:Historiadores_da_Madeira

From there I found: Joel Serrão. Maybe the best known to the general public.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Joel_Serr%C3%A3o

He died in 2008 in Santana (Sesimbra).

Besides the wiki article, you can see a photo of him and read some more about him as well, here:

http://arquivohistoricomadeira.blogspot.pt/2009/03/joel-justino-baptista-serrao.html

 

 

 

History Book: Breve História de Portugal A.H. de Oliveira Marques. Brief Summary.

Breve História de Portugal by A.H. de Oliveira Marques

Com o livro procurou-se apresentar a História em linhas gerais.

Capítulo 1 – As Origens

Não faz sentido falar em unidade do território português baseado em condições naturais, ou duma individualidade geográfica de Portugal dentro do conjunto Península Ibérica.

O Minho continua a Galiza, tanto na orografia e no clima como nas formas da exploração do solo. Trás-os-Montes e o norte da Beira prolongam a meseta Ibérica.

A Cordilheira Central (serra da Estrela, etc) separa o Norte e o Sul de Portugal assim como separa o Norte e o Sul da vizinha Castela. A Beira Baixa e o Altentejo compartilham de condições que se encontram na Extremadura espanhola. O Alentejo, não difere grandemente da Andaluzia litoral.

Em todos os casos se deparam semelhanças, não só no solo e no clima mas também nas maneiras de viver e nas condições económicas gerais.

A Espanha é una, com todas as suas Espanhas – Salvador de Madariaga.

Por toda a Europa, por todo o Mundo, geografia e história contradizem-se com frequência.

Muito mais importante do que uma pretensa individualidadade geográfica, deve antes considerar-se a situação geográfica, que explica muitos dos traços característicos da história portuguesa e ajuda a explica a própria existência de Portugal como nação.

Sendo o país mais ocidental do continente europeu, Portugal foi, durante séculos, o fim do mundo. Finisterre – o nome de um cabo da Galiza, melhor se poderia aplicar ao cabo da Roca, a ponta da Europa. Para ocidente nada existia, nem mesmo ilhas

De facto, a costa portuguesa, com os seus 848 km, quase não tem ilhas, se esquecermos os pequenos rochedos das Berlengas, ao largo de Peniche.

É uma costa com poucas aberturas, apesar das longas tiras de praia. O número de bons portos abrigados reduz-se a três ou quatro..

A costa portuguesa não parece, à primeira vista, favorável a aventuras marítimas. Pelo contrário, as condições geográficas da maioria do País explicariam antes uma vida marítima limitada, restringindo-se à pesca local ou a curta distância.

Fim do mundo, lugar de destino mais do que de passagem, com pouca atração do mar, a situação geográfica de Portugal não era exatamente das mais propícias ao desenvolvimento de culturas superiores.

Por longos séculos estaria por trás do atraso de muitas características nacionais. E, apesar de todas as mudanças do Mundo no que respeita a transportes e a descobertas, por parte dos quais Portugal foi responsável, esse facto continua a permanecer constante nos tempos de hoje.